Curso de Cooperação Civil-Militar (CIMIC)

Finalidade

O Curso de Cooperação Civil-Militar (CIMIC) é um curso de especialização que visa habilitar os alunos que nele participam com os conhecimentos teóricos e técnicos necessários para o desempenho de tarefas no âmbito das Operações de Cooperação Civil-Militar, em funções de Estado-Maior, em Quartéis-Generais/OTAN e em Estados-Maiores de forças nacionais.


Objetivos Gerais

  • Conhecer o enquadramento das Operações de Apoio à Paz (OAP), em particular das Operações de Resposta a Crises (CRO);
  • Compreender as políticas e doutrinas da capacidade CIMIC em uso na OTAN;
  • Compreender a atuação das Organizações Internacionais (OI), Organizações Governamentais (OG), Organizações Não Governamentais (ONG);
  • Compreender as outras capacidades e funções que interagem com a capacidade CIMIC (Info Ops, Targeting, PsyOps, Informação Publica, Humint, Assuntos Civis);
  • Conhecer a Doutrina de Assuntos Civis portuguesa na Guerra do Ultramar;
  • Compreender os contributos da capacidade CIMIC no Processo de Planeamento de Operações Militares da NATO (OPP);
  • Conhecer as atuais capacidades CIMIC, ao nível das Forças Armadas Portuguesas, no Joint Force Command Lisbon (JFCL) e Multinational CIMIC Group da OTAN (MNCG/NATO);
  • Aplicar o Planeamento de Operações Militares da OTAN, numa situação de não artigo 5º.

 

Estrutura da formação

O curso é composto apenas por uma unidade curricular, COOPERAÇÃO CIVIL-MILITAR.

 
Duração da formação

O curso tem a duração de cinco (10) dias úteis.

 
Habilitações conferidas no final da formação

Diploma do Curso de Cooperação Civil Militar.

 

Condições de admissão à formação

CCIMIC é dirigido primariamente a oficiais das Forças Armadas (FFAA) e da Guarda Nacional Republicana (GNR) habilitados com o Curso de Promoção a Oficial Superior (CPOS).

O CCIMIC pode ainda ser frequentado por civis. A participação de elementos civis no curso deve observar um conjunto de critérios que o justifiquem. Estes critérios devem cingir-se, prioritariamente, a elementos pertencentes a organismos que normalmente colaborem com o IUM, ou que estejam ligados às áreas da Defesa e Segurança, e a elementos que não se encontrando enquadrados, participem em ciclos de estudos ou desenvolvam trabalhos de investigação com benefício para as FFAA.

CCIMIC pode ainda ser frequentado por oficiais ou civis de países amigos em condições equivalentes aos nacionais.
 


Ponto de contacto

Diretor do Curso

Major
Docente da Área de Ensino de Operações Militares
394 | 251

Curso de Planeamento de Atividades de Informação e Comunicação (CPAIC)

Este Curso de Curso de Planeamento de Atividades de Informação e Comunicação encontra-se em preparação, não está ainda disponível.

37 | 17

Curso de Planeamento de Operações de Ciberdefesa (CPOCIBER)

Finalidade

O Curso de Planeamento de Operações de Ciberdefesa (CPOCIBER) é um curso de especialização, que visa habilitar os alunos que nele participam, com os conhecimentos teóricos e práticos necessários para a execução de tarefas no âmbito das operações no ciberespaço, em funções de Estado-Maior de forças nacionais e internacionais.


Objetivos Gerais

  • Conhecer as Doutrinas, Políticas e Estratégias existentes;
  • Conhecer a Gestão de Crises no Ciberespaço;
  • Aplicar a Regulação e Enquadramento Legal do Ciberespaço;
  • Analisar o Enquadramento e os Conceitos Operacionais do Ciberespaço;
  • Aplicar os contributos da Ciberdefesa para o Planeamento de Operações no Ciberespaço.

 

Estrutura da formação

O CPOCIBER encontra-se estruturado em duas Unidades Curriculares (UC), designados por Operações no Ciberespaço (OC) e Planeamento de Operações de Ciberdefesa (POC).

 

Duração da formação

O curso tem a duração de 10 dias úteis.

 

Habilitações conferidas no final da formação

Diploma do Curso de Planeamento de Operações de Ciberdefesa.

 

Condições de admissão à formação

O CPOCIBER é dirigido primariamente a oficiais superiores de qualquer ramo das Forças Armadas habilitados com o curso de promoção a oficial superior. 

O CPOCIBER pode ainda ser frequentado por oficiais de países amigos em condições equivalentes aos nacionais.

Outras situações estarão sujeitas à aprovação do Comandante do IUM.

 

Ponto de contacto

Diretor do Curso

Tenente-coronel
Docente Área de Ensino de Operações Militares e da Área de Ensino de Técnicas e Tecnologias Militares
45 | 26

Curso de Planeamento de Operações Psicológicas (CPOP)

Finalidade

O Curso de Planeamento de Operações Psicológicas (CPOP) é um curso de especialização que visa habilitar os discentes que nele participam, com os conhecimentos necessários para o desempenho de tarefas, no âmbito das Operações Psicológicas (PSYOPS) e em funções de estado-maior de forças nacionais e internacionais. 

 

Objetivos Gerais

  • Conhecer o enquadramento doutrinário das PSYOPS;
  • Conhecer o processo de planeamento das PSYOPS;
  • Compreender os contributos das PSYOPS no Processo de Planeamento de Operações (PPO) da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), ao nível operacional;
  • Aplicar os contributos das PSYOPS no PPO da OTAN, ao nível operacional.

 

Estrutura da formação

O CPOP destina-se a proporcionar formação avançada na área das Ciências Militares, no domínio específico das PSYOPS, onde se encontram três linhas de estudo:

  • A compreensão do contexto das PSYOPS no atual ambiente operacional;
  • A compreensão do processo de planeamento das PSYOPS e o contributo das PSYOPS nas diversas fases do Processo de Planeamento de Operações, de nível Operacional;
  • A aplicação do processo de planeamento de PSYOPS.

 

Duração da formação

O curso contempla uma carga horária de 56 tempos escolares (TE), distribuídos por dez dias úteis.

 

Habilitações conferidas no final da formação

Diploma do Curso de Diploma do Curso de Planeamento de Operações Psicológicas.

 

Condições de admissão à formação

O CPOP é dirigido, primariamente, a oficiais das Forças Armadas e da Guarda Nacional Republicana (GNR), habilitados com o Curso de Promoção a Oficial Superior (CPOS). Também pode ser frequentado por oficiais de países amigos, bem como por civis com vinculo a organismos com os quais o Instituto Universitário Militar (IUM) se relaciona e constatada a pertinência para a função/cargo/tarefa desempenhada, devendo ser efetuado o pedido ao Comandante do IUM.

 

Ponto de contacto

Diretor do Curso

Major
Docente Área de Ensino de Operações Militares e da Área de Ensino de Técnicas e Tecnologias Militares
53 | 32

Curso Avançado de Estudos Europeus (CAEE)

Finalidade

Estudantes dos vários ciclos do Ensino Superior, nomeadamente das áreas das Relações Internacionais, Ciência Política, História, Sociologia, Economia e Comunicação; Elementos das Forças Armadas e das Forças e Serviços de Segurança; Quadros da Administração Pública e Quadros técnicos de instituições e de empresas vocacionadas para as relações com a União Europeia.

O Curso Avançado de Estudos Europeus (CAEE) tem como objetivos:

(i) formar os participantes no domínio da arquitetura institucional da União Europeia;

(ii) promover a compreensão, de forma aprofundada, dos processos de decisão internos da UE, nomeadamente no âmbito da Política Externa e de Segurança Comum (PESC) e da Política Comum de Segurança e Defesa (PCSD);

(iii) analisar os desafios de Segurança enfrentados pela UE na relação com outros espaços geográficos e atores.

42 | 29

Curso de Estudos Africanos (CEA)

Finalidade

Proporcionar a altos funcionários dos países africanos (CPLP) e dos Ministérios nacionais, militares e civis, a atualização e a partilha de conhecimentos sobre a realidade africana nos contextos mundial e regional. Tal desiderato coloca ênfase no domínio político-estratégico permitindo, assim, estabelecer um quadro de análise sobre as estratégias dos atores do continente africano, em articulação com outros atores do sistema internacional, centrado na gestão da conflitualidade regional, nomeadamente no âmbito das Operações de Apoio à Paz e Humanitárias e de medidas de “State-Building”.

33 | 19

Curso de Introdução à Comunicação Social (CICS)

Finalidade

O Curso de Introdução à Comunicação Social (CICS) é um curso de especialização que se destina a habilitar os discentes com os conhecimentos necessários ao desempenho de funções militares no âmbito da Comunicação e Relações Públicas Militares, através do enquadramento teórico dos processos de interação entre as organizações e os Media noticiosos nas sociedades contemporâneas e da identificação das questões relativas á comunicação e relações com os Media no contexto das Forças Armadas e da Guarda Nacional Republicana.

 

Objetivos Gerais

  • Conhecer e compreender o relacionamento dos Media com a Instituição Militar na atualidade;
  • Promover a sensibilização e preparação dos discentes para o eventual desempenho da função de Oficial de Relações Públicas em Estados-Maiores nacionais e internacionais;
  • Desenvolver a capacidade de estudo, pesquisa, análise e síntese em questões relativas às Relações Públicas Militares e respetivas técnicas;
  • Sensibilizar e habilitar os discentes para o conhecimento da ética e deontologia do jornalismo em Portugal e da especificidade dos diferentes meios de comunicação social (Imprensa, Rádio, Televisão e Internet).

 

Estrutura do Curso

O curso é composto apenas por uma unidade curricular, COMUNICAÇÃO E RELAÇÕES PÚBLICAS MILITARES, que inclui teoria, prática, palestras, media training e visita a órgão de comunicação social.

O curso está organizado de acordo com o European Credits Training System (ECTS). O número total de créditos necessários para completar o curso são 2 ECTS.

 

Duração do Curso

O curso tem a duração de cinco (5) dias úteis.

 

Habilitações conferidas no final do curso

Diploma do Curso de Introdução à Comunicação Social.
Certificado com 2 ECTS.

 

Condições de admissão ao curso

O Curso de Introdução à Comunicação Social destina-se a Oficiais Superiores de qualquer Ramo das Forças Armadas e Guarda Nacional Republicana, ou Oficiais capitães/Primeiros-tenentes, habilitados com o Curso de Promoção a Oficial Superior;
Excecionalmente, poderão ser admitidos Oficiais Capitães/ Primeiros-tenentes, sem o Curso de Promoção a Oficial Superior.

 

Ponto de contacto

Diretor do Curso

Tenente-coronel
Docente de Comunicação, Relações Públicas e Interação com os Media
25 | 14

Formação em Comunicação e Interação com os Media (CIM)

Finalidade

A formação em Comunicação e Interação com os Media, destina-se a habilitar os discentes com os conhecimentos teóricos e técnicos necessários ao desempenho de funções militares no âmbito da Comunicação e Relações Públicas Militares. 
Pretende, também, dar o enquadramento teórico e prático dos processos de interação entre as organizações e os Media, identificar as questões relativas à comunicação e relações com os Media no contexto das Forças Armadas e apresentar as redes informais de comunicação e partilha entre as forças, o EMGFA e os Ramos, quando em operações, praticando a utilização dos produtos de Relações Públicas necessários.

 

Objetivos Gerais

  • Conhecer o processo comunicacional e o relacionamento dos Media com a Instituição Militar na atualidade;
  • Entender a política de Informação Pública e Relações Públicas das Forças Armadas e da NATO;
  • Entender o impacto dos Órgãos de Comunicação Social (OCS) na condução dos assuntos militares e dos Produtos de Relações Públicas na Opinião Pública;
  • Aplicar as competências de comunicação e informação

 

Estrutura da formação

O curso é composto apenas por uma unidade curricular, COMUNICAÇÃO E INTERAÇÃO COM OS MEDIA, que inclui teoria, prática e media training.

 

Duração da formação

O curso tem a duração de três (3) dias úteis.

 

Habilitações conferidas no final da formação

Diploma de frequência da Formação em Comunicação e Interação com os Media.

 

Condições de admissão à formação

A formação em Comunicação e Interação com os Media destina-se a Oficiais de qualquer Ramo das Forças Armadas e Guarda Nacional Republicana, que estejam nomeados para o desempenho de funções de Comandante, Oficial do Estado-Maior ou Oficial de Relações Públicas de Forças em aprontamento.

 

Ponto de contacto

Diretor do Curso

Tenente-coronel
Docente de Comunicação, Relações Públicas e Interação com os Media
20 | 9

Curso Avançado de Planeamento Militar Terrestre (CAPMT)

Aguardam-se os conteúdos.

 

36 | 18

Curso Internacional de Estudos de Segurança Interna (CIESI)

Finalidade

O CIESI tem por finalidade proporcionar aos quadros superiores e dirigentes das estruturas do Estado e da Sociedade Civil nacionais ou estrangeiros, ou outros candidatos cujo currículo profissional dê garantias de habilitação suficiente para a sua frequência, nomeadamente de países de língua oficial portuguesa (CPLP), a atualização e o aprofundamento de conhecimentos no domínio dos Estudos da Segurança Interna e dos Fenómenos Criminais.

 

Objetivos Gerais

  • Desenvolver pensamento crítico e competências, que permitam compreender e interpretar os fenómenos contemporâneos de Segurança Interna (SI) e identificar as suas implicações na atividade policial.
  • Identificar e debater os principais temas de Segurança Interna, em particular as Operações de Segurança Interna (OSI), desenvolvidas em ambiente nacional e internacional, nos setores da segurança e defesa.
  • Desenvolver pensamento crítico e competências, que permitam compreender e interpretar a arquitetura, composição e funcionamento do Sistema de Segurança Interna (SSI).
  • Identificar, compreender e avaliar outros sistemas de apoio à SI.
  • Identificar parcerias e cooperação emergentes entre os diversos Sistemas e análise comparada com sistemas estrangeiros.

 

Estrutura da formação

O CIESI destina-se a proporcionar formação avançada na área das Ciências Militares, em especial, na área nuclear dos Estudos de Segurança Interna e dos Fenómenos Criminais, assente nas seguintes linhas de estudo:

  • Análise do contexto da Segurança Interna no atual ambiente de segurança internacional;
  • Análise das tipologias de Operações de Segurança Interna;
  • Compreensão das perspetivas analíticas que dinamizam a área científica dos Estudos de Segurança Interna e dos Fenómenos Criminais;
  • Compreensão das problemáticas teóricas e concetuais associadas ao Sistema de Segurança Interna.

Estrutura-se numa única componente formativa, da Área de Estudos de Segurança Interna e dos Fenómenos Criminais, das Ciências Militares, compreendendo um conjunto de matérias enquadradas em três Unidades Curriculares (UC), designadamente: 

(1) “Enquadramento dos Fenómenos de Segurança Interna” (EFSI);

(2) “Operações de Segurança Interna e Cooperação Internacional” (OSICI);

(3) “Problemáticas do Sistema de Segurança Interna” (PSSI).

 

Unidades Curriculares 

Área Científica 

Avaliação 

Trabalho Autónomo 

Presencial 

Total 

ECTS 

Enquadramento dos Fenómenos de Segurança Interna

ESIFC 

1

9

16

26

1

Operações de Segurança Interna e Cooperação Internacional

ESIFC 

1

9

16

26

1

Problemáticas do Sistema de Segurança Interna 

ESIFC 

1

8

16

26

1

Total

 

3

26

48

78

3

 

Estas UC inserem-se nas Ciências Militares, na área de Estudos de Segurança Interna e dos Fenómenos Criminais (AESIFC).

A estrutura curricular geral do CIESI é a seguinte:

 

ÁREA CIENTÍFICA

SIGLA

CRÉDITOS

OBRIGATÓRIOS

OPTATIVOS

ESTUDOS DE SEGURANÇA INTERNA E DOS FENÓMENOS CRIMINAIS

ESIFC

3

0

TOTAL

3

0

 

Duração da formação

O CIESI decorre de forma contínua no IUM, ao longo de duas semanas, comportando 78 horas de trabalho, a que correspondem 51 horas de contacto.

  

Tempos Escolares (horas)

Curso

Duração

(semanas) 

TOTAL 

Curso Internacional de Estudos de Segurança Interna 

48 

 

Habilitações conferidas no final da formação

O CIESI confere o Diploma do Curso de Estudos de Segurança Interna e certificado com 3 ECTS. 

 

Condições de admissão à formação

  • Militares e Civis das Forças Armadas, Forças e Serviços de Segurança e quadros superiores da administração pública e/ou setor privado; 
  • Oficiais das Forças de Segurança e Forças Armadas de países amigos, nos termos do regime de acesso superiormente definido; 
  • Detentores de licenciatura, conferida por estabelecimento de ensino superior português, ou com habilitações equivalentes; 
  • No desempenho de funções nos diferentes domínios da Segurança Nacional; 
  • Detentores de currículo científico e/ou profissional que ateste a capacidade para a realização deste ciclo de estudos.

 

Ponto de contacto

Diretor do Curso

Coronel Tirocinado da GNR
Coordenador da Área de Ensino Específico da GNR e da Área de Estudos de Segurança Interna e Fenómenos Criminais
58 | 31