Exercícios Planeados

Datas conhecidas dos exercícios de 2023:

CORÍNTIA 23 - 16 a 27Jan23 (IUM)

JOINT MINDSET 23 - 06 a 29Mar23 (IUM)

COALITION 23 - Mar23 (EDG-FRA, data TBD)

AÇOR 23.1 (CPX) - 1.º quadrimestre (COA, data TBD)

FELINO 23.1 (EC) - 1.º quadrimestre  (GNB & PRT, data TBD)

CYBER PHALANX 23 - Apr23 (EDA, data TBD)

REGRESSO 23 - 04Apr a 03May23 (IUM)

CJEX 23 - 08 a 17May23 (Lisboa-PRT, Bruxelas-BEL e Galway-IRL)

COMPREHENSIVE ANALYSIS/ SHARP DECISION - May23 (IUM, data TBD)

URGENT STRIKE - 26Jun a 05Jul23 (IUM)

AÇOR 23.2 (LIVEX) - 3.º quadrimestre (COA, data TBD)

ZARCO 23 (LIVEX) - 3.º quadrimestre (COM, data TBD)

FELINO 23.2 (FT) - 3.º quadrimestre (PRT, data TBD)

LUSITANO 23 (LIVEX) - 06 a 17Nov23 (PRT, data TBD)

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COMPREHENSIVE ANALYSIS / SHARP DECISION

NOME DE CÓDIGO: COMPREHENSIVE ANALYSIS/ SHARP DECISION

NÍVEL: Estratégico-militar

FORMA: Vignette based

TIPO: Planeamento de Resposta a Crises

DATAS: Aproximadamente uma semana em junho/ julho de cada ano escolar [21 Tempos escolares (TE) no âmbito da Unidade Curricular (UC) de Planeamento Estratégico Militar, no seu módulo de Metodologias de Apoio ao Planeamento Estratégico (APE)]

ÁREA DE OPERAÇÕES: Espaço Estratégico de Interesse Nacional Conjuntural (EEINC)

LOCALIZAÇÃO: Instituto Universitário Militar (IUM)

OFICIAL SUPERIOR DO EXERCÍCIO: Comandante do IUM

OFICIAL CONDUTOR DO EXERCÍCIO: Coordenador da Área de Ensino de Operações Militares/ Área de Ensino de Técnicas e Tecnologias Militares (AEOM/AETTM)

RESUMO: Exercício/ atividade de treino coletivo conjunto para planeamento de uma Operação de Evacuação de Não-Combatentes (Non-Combatant Evacuation Operation- NEO) para emprego de forças do Sistema de Forças Nacional (SFN) no EEINC, com recurso ao Processo de Planeamento de Operações (PPO) nacional.

FINALIDADE E OBJETIVOS: O COMPREHENSIVE ANALYSIS/ SHARP DECISION é um exercício/ atividade de treino coletivo que proporciona a oportunidade de exercitar o planeamento de operações conjuntas para a projeção, emprego, sustentação e retração de forças do SFN, num cenário de NEO, onde Portugal assume o papel de Lead Nation numa área específica do Globo. Constitui-se desse modo como um pilar fundamental para a preparação dos auditores que frequentam o Curso de Promoção a Oficial-general (CPOG), promovendo uma melhor compreensão dos desafios envolvidos no planeamento e coordenação de uma operação desta natureza. Está em linha com a finalidade do próprio CPOG que visa “[…] complementar a preparação e desenvolver as competências e os conhecimentos, em ciências militares, para o exercício das funções inerentes aos altos cargos de Comando, Direção, Chefia e Estado-Maior, no mais elevado escalão.”.

Centra-se na aplicação do PPO nacional, nomeadamente nas fases 2 do planeamento de operações ao nível estratégico-militar, no âmbito de APE.

Tem como propósito assegurar um período de formação num ambiente multinacional, tendo como objetivos gerais:

  • Praticar o PPO no nível estratégico-militar das operações, enquanto Comandante ou assessor político-militar;
  • Analisar os aspetos mais significativos, no nível estratégico-militar, do emprego do SFN no âmbito duma NEO;
  • Praticar o PPO nacional no nível estratégico-militar.

O planeamento e condução do COMPREHENSIVE ANALYSIS/ SHARP DECISION é da responsabilidade da Área de Ensino de Operações Militares (AEOM), tendo como idioma de trabalho o português.

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COMBINED JOINT EUROPEAN EXERCISE (CJEX)

NOME DE CÓDIGO: COMBINED JOINT EUROPEAN EXERCISE (CJEX)

NÍVEL: Operacional

FORMA: Vignette based

TIPO: Planeamento de Resposta a Crises

DATAS: 10 dias de exercício em maio de cada ano escolar [50 Tempos Escolares no âmbito da Unidade Curricular de Planeamento de Operações e Arte Operacional (POAO)]

ÁREA DE OPERAÇÕES: Variável

LOCALIZAÇÃO: Portugal, Bélgica/Países Baixos e Suécia

OFICIAL SUPERIOR DO EXERCÍCIO: Comandantes/ Diretores das Escolas do 2º Círculo do CJEX

OFICIAL CONDUTOR DO EXERCÍCIO: Coordenador da Área de Ensino de Operações Militares/ Área de Ensino de Técnicas e Tecnologias Militares (AEOM/AETTM), por Portugal

RESUMO: Exercício conjunto e combinado para planeamento de Operações com recurso ao Processo de Planeamento de Operações (PPO) da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

FINALIDADE E OBJETIVOS: O COMBINED JOINT EUROPEAN EXERCISE (CJEX) é um exercício que se constitui como elemento fundamental na preparação de Oficiais Superiores que frequentam Cursos de Estado-Maior.

Encontra-se organizado em dois círculos de instituições de países-membros, sendo o 1.º Círculo constituído por Alemanha, França, Espanha, Itália e Reino Unido. O 2.º Círculo, do qual Portugal faz parte através do IUM, é igualmente constituído pela Bélgica através da École Royale Militaire/ Koninklijke Militaire School/ Königliche Militärakademie (em organização conjunta com os Países Baixos através da Defensieacademie, pela Irlanda através do The Military College/ An Coláiste Míleata e pela Suécia através da Försvarshögskolan.

O programa do CJEX inclui uma Parte Comum e um Programa Flexível. A Parte Comum é executada do mesmo modo, por todos os participantes e em todas as instituições de ensino, constituindo a principal via para a obtenção dos objetivos do CJEX. Esta Parte Comum, traduz-se num exercício de planeamento de uma Operação de Resposta a Crises (ORC), incluindo os brífingues e discussões associados. O Programa Flexível, incorpora também uma apresentação efetuada pelos alunos sobre as Forças Armadas de cada um dos países intervenientes e quais os processos de mudança a estas associados. Inclui ainda um programa social e cultural, num dia a estabelecer por cada uma das Escolas, com o intuito de dar a conhecer o património sociocultural de cada país.

Tem como propósito assegurar um período de formação num ambiente multinacional ao nível operacional, a fim de promover uma melhor compreensão dos desafios envolvidos no planeamento e coordenação de uma ORC, tendo como objetivos gerais:

  • Praticar o PPO/OTAN ao nível operacional, mediante a utilização da Diretiva de Planeamento de Operações do Comando Aliado para as Operações (Allied Command for Operations Comprehensive Operations Planning Directive- ACO COPD);
  • Melhorar as competências em trabalho conjunto e multinacional (combinado);
  • Melhorar o entendimento mútuo entre os países participantes da OTAN/ Parceria para a Paz.

No IUM, o planeamento e condução do CJEX é da responsabilidade da Área de Ensino de Operações Militares (AEOM), tendo como idioma de trabalho o inglês.

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JOINT MINDSET

NOME DE CÓDIGO: JOINT MINDSET

NÍVEL: Estratégico-Militar e Operacional

FORMA: Vignette based

TIPO: Planeamento de Resposta a Crises

DATAS: Aproximadamente quatro semanas em março/abril de cada ano escolar [41 Tempos escolares (TE) no âmbito da Unidade Curricular (UC) de Planeamento de Operações e Arte Operacional (POAO) e 21 TE no âmbito da UC de Gestão Operacional (GOp)]

ÁREA DE OPERAÇÕES: Variável

LOCALIZAÇÃO: Instituto Universitário Militar (IUM)

OFICIAL SUPERIOR DO EXERCÍCIO: Comandante do IUM

OFICIAL CONDUTOR DO EXERCÍCIO: Coordenador da Área de Ensino de Operações Militares/ Área de Ensino de Técnicas e Tecnologias Militares (AEOM/AETTM)

RESUMO: Exercício/ atividade de treino coletivo conjunto e combinado para planeamento de Operações, com recurso ao Processo de Planeamento de Operações (PPO) da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

FINALIDADE E OBJETIVOS: O JOINT MINDSET é um exercício/ atividade de treino coletivo que proporciona a oportunidade de exercitar o planeamento de operações conjuntas num ambiente multinacional, constituindo-se desse modo como um pilar fundamental para a preparação dos auditores que frequentam o Curso de Estado-Maior Conjunto (CEMC), promovendo uma melhor compreensão dos desafios envolvidos no planeamento e coordenação de uma Operação de Resposta a Crises (ORC).

Está em linha com a finalidade do próprio CEMC que visa “[…] qualificar oficiais superiores das Forças Armadas para o desempenho de funções ao nível operacional e estratégico, em estados-maiores conjuntos nacionais e internacionais, nas estruturas superiores das Forças Armadas e da Defesa Nacional, e em organizações nacionais e internacionais.”.

Centra-se na aplicação do PPO/OTAN, nomeadamente nas fases 1 a 3 do planeamento de operações aos níveis estratégico-militar e operacional, no âmbito da UC de POAO e na fase 5 de execução de operações ao nível operacional, no âmbito da UC de GOp.

Tem como propósito assegurar um período de formação num ambiente multinacional, tendo como objetivos gerais:

  • Treinar a assessoria militar aos elementos do poder político;
  • Treinar o planeamento de operações conjuntas aos níveis estratégico-militar e operacional;
  • Executar a gestão operacional de uma operação conjunta;
  • Praticar o contacto com os órgãos de comunicação social, no planeamento de uma ORC.

O IUM conduz este exercício/ atividade de treino coletivo desde 2007, onde centenas de oficiais superiores, na qualidade de auditores do CEMC, exercitam a sua capacidade de planear operações em termos conjuntos e combinados, ao nível estratégico e operacional. Nos últimos anos, o Instituto Diplomático (IDi) do Ministério dos Negócios Estrangeiros também tem participado no sentido de garantir a coordenação entre os níveis político e estratégico-militar, assim como o Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas (CENJOR), no sentido de os auditores praticarem o contato com os órgãos de comunicação social (OCS). Estas parcerias permitem promover o conhecimento mútuo e interação dos níveis político e estratégico-militar na gestão de crises, bem como no domínio da interação entre relações públicas civis e militares.

O planeamento e condução do JOINT MINDSET é da responsabilidade da Área de Ensino de Operações Militares (AEOM), contando com participação da Área de Ensino de Estudos das Crises e dos Conflitos Armados (AECCA) e da Área de Ensino de Comportamento Humano e Administração de Recursos (AECHAR), tendo como idioma de trabalho o inglês.

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REGRESSO

NOME DE CÓDIGO: REGRESSO

NÍVEL: Estratégico-Militar e Operacional

FORMA: Vignette based

TIPO: Planeamento de Resposta a Crises

DATAS: Aproximadamente quatro semanas em março/abril ou maio de cada ano escolar [39 Tempos escolares (TE) no âmbito da Unidade Curricular (UC) de Planeamento de Operações Nacional (PON) e 19 TE no âmbito da UC de Planeamento e Condução de Exercícios (PCE)]

ÁREA DE OPERAÇÕES: Espaço Estratégico de Interesse Nacional Conjuntural (EEINC)

LOCALIZAÇÃO: Instituto Universitário Militar (IUM)

OFICIAL SUPERIOR DO EXERCÍCIO: Comandante do IUM

OFICIAL CONDUTOR DO EXERCÍCIO: Coordenador da Área de Ensino de Operações Militares/ Área de Ensino de Técnicas e Tecnologias Militares (AEOM/AETTM)

RESUMO: Exercício/ atividade de treino coletivo conjunto para planeamento de uma Operação de Evacuação de Não-Combatentes (Non-Combatant Evacuation Operation- NEO) para emprego de forças do Sistema de Forças Nacional (SFN) no EEINC, com recurso ao Processo de Planeamento de Operações (PPO) nacional. Concomitantemente, de forma adaptada, este exercício empregue para materializar o Processo de Planeamento de Exercícios (PPE) da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), para treino e avaliação de audiências de treino do SFN a serem certificadas.

FINALIDADE E OBJETIVOS: O REGRESSO é um exercício/ atividade de treino coletivo que proporciona a oportunidade de exercitar o planeamento de operações conjuntas para a projeção, emprego, sustentação e retração de forças do SFN, num cenário de NEO, onde Portugal assume o papel de lead nation numa área específica do Globo. Constitui-se desse modo como um pilar fundamental para a preparação dos auditores que frequentam o Curso de Estado-Maior Conjunto (CEMC), promovendo uma melhor compreensão dos desafios envolvidos no planeamento e coordenação de uma operação desta natureza. Está em linha com a finalidade do próprio CEMC que visa “[…] qualificar oficiais superiores das Forças Armadas para o desempenho de funções ao nível operacional e estratégico, em estados-maiores conjuntos nacionais e internacionais, nas estruturas superiores das Forças Armadas e da Defesa Nacional, e em organizações nacionais e internacionais.”.

Centra-se na aplicação do PPO nacional, nomeadamente nas fases 1 a 3 do planeamento de operações aos níveis estratégico-militar e operacional, no âmbito da UC de PON e de forma adaptada, no âmbito da UC de PCE, no respeitante à aplicação das quatro etapas do PPE/OTAN.

Tem como propósito assegurar um período de formação em ambiente NEO, tendo como objetivos gerais:

  • Conferir competências necessárias para o desempenho de funções de assessoria militar ao nível Estratégico-militar e ao nível Operacional;
  • Aplicar o PPO nacional com o SFN e outros meios colocados à disposição do comandante da Força, no âmbito de uma NEO, envolvendo a necessidade de planear a projeção, o emprego, a sustentação e a retração de uma Força Militar Nacional.

O planeamento e condução do REGRESSO é da responsabilidade da Área de Ensino de Operações Militares (AEOM), tendo como idioma de trabalho o inglês.

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CORÍNTIA

NOME DE CÓDIGO: CORÍNTIA

NÍVEL: Operacional

FORMA: Vignette based

TIPO: Planeamento de Resposta a Crises

DATAS: Aproximadamente quatro semanas em dezembro/ janeiro de cada ano escolar [53 Tempos escolares (TE) no âmbito da Unidade Curricular (UC) de Planeamento de Operações (PLO)]

ÁREA DE OPERAÇÕES: Variável

LOCALIZAÇÃO: Instituto Universitário Militar (IUM)

OFICIAL SUPERIOR DO EXERCÍCIO: Comandante do IUM

OFICIAL CONDUTOR DO EXERCÍCIO: Coordenador da Área de Ensino de Operações Militares/ Área de Ensino de Técnicas e Tecnologias Militares (AEOM/AETTM)

RESUMO: Exercício conjunto e combinado para planeamento de Operações, com recurso ao Processo de Planeamento de Operações (PPO) da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

FINALIDADE E OBJETIVOS: O CORÍNTIA é um exercício que proporciona a oportunidade de exercitar o planeamento de operações conjuntas num ambiente multinacional, constituindo-se desse modo como um pilar fundamental para a preparação dos auditores que frequentam a Componente Formativa Comum e Conjunta (CFCC) da 1.ª edição do Curso de Promoção a Oficial Superior (CPOS), promovendo uma melhor compreensão dos desafios envolvidos no planeamento e coordenação de uma Operação de Resposta a Crises (ORC) que envolve uma Força Conjunta e Combinada de forças da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

Está em linha com a finalidade do próprio CPOS que visa “[…] conferir, aos Primeiro-tenentes, no caso da Marinha, e aos Capitães, no caso do Exército, da Força Aérea e da GNR, competências técnico-militares necessárias para o desempenho de cargos e para o exercício de funções como oficiais superiores.”.

Centra-se na aplicação do PPO/OTAN, nomeadamente na fase 3 do planeamento de operações ao nível operacional, no âmbito da UC de PLO.

Tem como propósito assegurar um período de formação num ambiente multinacional, tendo como objetivo geral que os auditores do CPOS consigam combinar e aplicar os vários conceitos inerentes às operações militares conjuntas e combinadas, com especial enfoque para o OPP, na resolução de uma situação específica de crise internacional.

O planeamento e condução do CORÍNTIA é da responsabilidade da Área de Ensino de Operações Militares (AEOM), tendo como idioma de trabalho o português.

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URGENT STRIKE

NOME DE CÓDIGO: URGENT STRIKE

NÍVEL:  Operacional

FORMA: Vignette based

TIPO: Planeamento de Resposta a Crises

DATAS: Aproximadamente quatro semanas em junho/ julho de cada ano escolar [53 Tempos escolares (TE) no âmbito da Unidade Curricular (UC) de Planeamento de Operações (PLO)]

ÁREA DE OPERAÇÕES: Variável

LOCALIZAÇÃO: Instituto Universitário Militar (IUM)

OFICIAL SUPERIOR DO EXERCÍCIO: Comandante do IUM

OFICIAL CONDUTOR DO EXERCÍCIO: Coordenador da Área de Ensino de Operações Militares/ Área de Ensino de Técnicas e Tecnologias Militares (AEOM/AETTM)

RESUMO: Exercício conjunto e combinado para planeamento de Operações, com recurso ao Processo de Planeamento de Operações (PPO) da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

FINALIDADE E OBJETIVOS: O URGENT STRIKE é um exercício que proporciona a oportunidade de exercitar o planeamento de operações conjuntas num ambiente multinacional, constituindo-se desse modo como um pilar fundamental para a preparação dos auditores que frequentam a Componente Formativa Comum e Conjunta (CFCC) da 2.ª edição do Curso de Promoção a Oficial Superior (CPOS), promovendo uma melhor compreensão dos desafios envolvidos no planeamento e coordenação de uma Operação de Resposta a Crises (ORC) que envolve uma Força Conjunta e Combinada de forças da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

Está em linha com a finalidade do próprio CPOS que visa “[…] conferir, aos Primeiro-tenentes, no caso da Marinha, e aos Capitães, no caso do Exército, da Força Aérea e da GNR, competências técnico-militares necessárias para o desempenho de cargos e para o exercício de funções como oficiais superiores.”.

Centra-se na aplicação do PPO/OTAN, nomeadamente na fase 3 do planeamento de operações ao nível operacional, no âmbito da UC de PLO.

Tem como propósito assegurar um período de formação num ambiente multinacional, tendo como objetivo geral que os auditores do CPOS consigam combinar e aplicar os vários conceitos inerentes às operações militares conjuntas e combinadas, com especial enfoque para o OPP, na resolução de uma situação específica de crise internacional.

O planeamento e condução do URGENT STRIKE é da responsabilidade da Área de Ensino de Operações Militares (AEOM), tendo como idioma de trabalho o português.

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LUSITANO

NOME DE CÓDIGO: LUSITANO

NÍVEL:  Estratégico-militar, Operacional e tático

FORMA:  Variável (ALERTEX, DEPLOYEX, LIVEX, CPX ou FTX)

TIPO: Variável (CAX, MELMIL, Live Simulation, OPFOR, LFX)

DATAS: Anualmente

ÁREA DE OPERAÇÕES: Espaço Estratégico de Interesse Nacional Conjuntural (EEINC)

LOCALIZAÇÃO: Variável

OFICIAL SUPERIOR DO EXERCÍCIO: Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA)

OFICIAL CONDUTOR DO EXERCÍCIO: Variável

RESUMO: Exercício conjunto das Forças Armadas (FFAA)

FINALIDADE E OBJETIVOS: Exercício de âmbito conjunto, visando exercitar, testar, avaliar e certificar o emprego de forças e meios da Componente Operacional do Sistema de Forças (COSF) em operações conjuntas. Tem como finalidade o treino operacional conjunto, envolvendo o Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) e os três Ramos das FFAA, abrangendo de forma integrada e convergente todos os níveis de planeamento e a condução de operações (Níveis Estratégico-militar, operacional e tático).

O planeamento e condução do LUSITANO é da responsabilidade do CEMGFA. O IUM apoia regularmente com docentes militares no planeamento, execução e mentoria do LUSITANO em XPG, CPT, em Academics, CRP (SOPG e JOPG), EXDIR/ODE, DIREVAL, EXCON (MELMIL, SCENARIO, JEMM, RC) e com SME/ tutores. Tem como idioma de trabalho o português.

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AÇOR

NOME DE CÓDIGO: AÇOR

NÍVEL:  Operacional e tático

FORMA: Variável (ALERTEX, DEPLOYEX, LIVEX, CPX ou FTX)

TIPO: Variável (CAX, MELMIL, Live Simulation, OPFOR, LFX)

DATAS: Anualmente

ÁREA DE OPERAÇÕES: Região Autónoma dos Açores (RAA)

LOCALIZAÇÃO: Variável

OFICIAL SUPERIOR DO EXERCÍCIO: Comandante Operacional dos Açores (COMCOA)

OFICIAL CONDUTOR DO EXERCÍCIO: Variável

RESUMO: Exercício conjunto das Forças Armadas (FFAA) realizado na RAA

FINALIDADE E OBJETIVOS: Exercício de âmbito conjunto, visando exercitar, testar, avaliar as medidas superiormente aprovadas relativas à defesa militar do arquipélago dos Açores e/ou no âmbito do apoio das Forças Armadas (FFAA) em ações de proteção civil. Tem como finalidade validar o treino operacional conjunto, aos níveis operacional e tático, devendo ser maximizado o emprego de meios reais no terreno, devendo estar envolvidos no seu planeamento e condução os três Ramos das Forças Armadas representados na RAA, de forma integrada e convergente.

O planeamento e condução do AÇOR é da responsabilidade do COMCOA. O IUM apoia regularmente com docentes militares no planeamento, execução e mentoria do AÇOR, nomeadamente na condução de Academics.

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ZARCO

NOME DE CÓDIGO: ZARCO

NÍVEL: Operacional e tático

FORMA: Variável (ALERTEX, DEPLOYEX, LIVEX, CPX ou FTX)

TIPO: Variável (CAX, MELMIL, Live Simulation, OPFOR, LFX)

DATAS: Anualmente

ÁREA DE OPERAÇÕES: Região Autónoma da Madeira (RAM)

LOCALIZAÇÃO: Variável

OFICIAL SUPERIOR DO EXERCÍCIO: Comandante Operacional da Madeira (COMCOM)

OFICIAL CONDUTOR DO EXERCÍCIO: Variável

RESUMO: Exercício conjunto das Forças Armadas realizado na Região Autónoma da Madeira (RAM).

FINALIDADE E OBJETIVOS: Exercício de âmbito conjunto, visando exercitar, testar, avaliar a capacidade do Comando Operacional da Madeira (COM) de planear e conduzir operações no âmbito das medidas de Apoio Militar a Emergências Civis (AMEC), promovendo paralelamente a cooperação operacional com as Forças e Serviços de Segurança (FSS) e Agentes de Proteção Civil da RAM, de forma integrada e convergente, nos níveis operacional e tático. Tem como finalidade o treino operacional conjunto, envolvendo o Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA), os três Ramos das Forças Armadas e as entidades civis da RAM no processo de planeamento e execução do exercício.

O planeamento e condução do ZARCO é da responsabilidade do COMCOM. O IUM apoia regularmente com docentes militares no planeamento, execução e mentoria do ZARCO, nomeadamente na condução de Academics.

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FELINO

NOME DE CÓDIGO: FELINO

NÍVEL: Operacional e tático

FORMA: Variável (ALERTEX, DEPLOYEX, LIVEX, CPX ou FTX)

TIPO: Variável (CAX, MELMIL, Live Simulation, OPFOR, LFX)

DATAS: Anualmente

ÁREA DE OPERAÇÕES: Variável

LOCALIZAÇÃO: Estados-membro da CPLP (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste) enquanto Nação Hospedeira, por rotatividade

OFICIAL SUPERIOR DO EXERCÍCIO: Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (FFAA) ou equivalente de cada país-membro, por rotatividade de Nação Hospedeira

OFICIAL CONDUTOR DO EXERCÍCIO: Variável

RESUMO: Exercício conjunto e combinado das Forças Armadas (FFAA) dos Estados-membro da CPLP.

FINALIDADE E OBJETIVOS: A Componente de Defesa da CPLP promove a realização anual do exercício militar FELINO que visa exercitar uma Força Tarefa Conjunta e Combinada (FTCC) no quadro de atuação e resposta a uma situação de crise. Esta é constituída no âmbito da CPLP, por forma a incrementar a interoperabilidade das FFAA dos seus Estado-membro e o treino para o seu emprego em Operações de Apoio à Paz (OAP) e de Ajuda Humanitária (OAH), sob a égide da Organização das Nações Unidas (ONU). O planeamento e execução do FELINO é realizado num ciclo bienal. No primeiro ano do ciclo são elaboradas as Especificações do Exercício (ESPEXE) e realiza-se na modalidade de Exercício na Carta (EC). No segundo ano do ciclo realiza-se na modalidade de Forças no Terreno (FT), com adaptação das ESPEXE anteriores para este propósito.

O planeamento e condução do FELINO é da responsabilidade da Nação Hospedeira, por rotatividade entre os Estados-membro da CPLP.  O IUM apoia regularmente com docentes militares no planeamento, execução e mentoria do LUSITANO em XPG, CPT, em Academics, CRP (JOPG), EXDIR/ODE, DIREVAL, EXCON (MELMIL, SCENARIO, JEMM, RC) e com SME/ tutores. Tem como idioma de trabalho o português.

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CYBER PHALANX

NOME DE CÓDIGO: CYBER PHALANX (CYPH)

NÍVEL: Estratégico e operacional

FORMA: Vignette based/ Command Post Exercise (CPX)

TIPO: Planeamento de Resposta a Crises/ MELMIL

DATAS: Anualmente

ÁREA DE OPERAÇÕES: Variável

LOCALIZAÇÃO: Estados-membro da União Europeia (UE) e Estados-parceiro ou convidados

OFICIAL SUPERIOR DO EXERCÍCIO: Variável, de acordo com Nação Hospedeira

OFICIAL CONDUTOR DO EXERCÍCIO: Variável, de acordo com Nação Hospedeira

RESUMO: Curso e exercício conjunto e combinado com enfoque nas ameaças cibernéticas e híbridas quanto à aplicação do Processo de Planeamento de Operações (PPO).

FINALIDADE E OBJETIVOS: O CYBER PHALANX é uma combinação de curso e de exercício conjunto e combinado para planeadores de operações aumentarem o seu conhecimento quanto a integração de ameaças cibernéticas e híbridas no PPO, ao nível estratégico e operacional. Constitui-se como uma oportunidade condensada de formação e treino tanto quanto serve de plataforma de intercâmbio de informação e experiência. 

Em resposta à solicitação de Estados-membro da UE, formulada através do Estado-Maior da EU (EMUE), para uma adequada oportunidade de treino e exercício de Ciberdefesa para lidar com ciberameaças às suas operações e missões, a EDA e a sua empresa contratada IABG desenvolver o CYBER PHALANX e nele estabeleceram em 2018 um formato combinado de curso e exercício. O CYBER PHALANX evoluiu para uma série de exercício, conduzida com diferentes Nações Hospedeiras, apoiando um maior desenvolvimento de capacidade de Ciberdefesa no planeamento de operações, tanto no enquadramento da Política Comum de Segurança e Defesa da UE como dos seus Estados-membro.

O planeamento e condução do CYBER PHALANX é da responsabilidade da Nação Hospedeira designada. A segunda edição do CYBER PHALANX teve Portugal como Nação Hospedeira em 2021, enquadrada nas atividades da Presidência Portuguesa do Conselho da UE. O IUM acolheu o CYPH 21, tendo contribuindo igualmente com docentes militares no planeamento, execução e mentoria em XPG, CPT, em Academics, CRP (SOPG e JOPG), EXDIR/ODE, DIREVAL, e com SME/ tutores. Tem como idioma de trabalho o inglês.

Data: Documento:
2021/04/30 Cyber Phalanx Fact Sheet - April 2021
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COALITION (COAL)

NOME DE CÓDIGO: COALITION (COAL)

NÍVEL: Político-diplomático, estratégico, operacional e tático

FORMA: Computer Assisted Exercise (CAX)/ Command Post Exercise (CPX)

TIPO: Planeamento de Resposta a Crises/ MELMIL

DATAS: Anualmente

ÁREA DE OPERAÇÕES: Variável

LOCALIZAÇÃO: École de Guerre (Paris, França)

OFICIAL SUPERIOR DO EXERCÍCIO: Diretor da Escola de Guerra (École de Guerre- EDG)

OFICIAL CONDUTOR DO EXERCÍCIO: Diretor do Departamento de Ensino de Operações (Bureau d´Einseignement Operationnel- BEO)

RESUMO: Exercício conjunto e combinado de aplicação do Processo de Planeamento de Operações (PPO).

FINALIDADE E OBJETIVOS: O COALITION tem como audiência primária de treino o Curso de Promoção (Curso de Estado-Maior) francês, tendo como audiências secundárias de treino os Quartéis-Generais das Forças Armadas francesas e parceiros da École de Guerre, quer seja políticos, diplomáticos, civis ou media. Desenvolve-se em duas fases distintas de Planeamento e de Condução, com recurso nesta última ao sistema Joint Theather Level Simulation (JTLS).

Tem como propósito assegurar um período de formação em ambiente conjunto, combinado e em ambiente interagências, tendo como objetivos gerais:

  • Realizar a síntese do ensino, mais particularmente orientado para o planeamento e condução das operações ao nível operacional;
  • Compreender a tomada de decisão aos diversos níveis;
  • Potenciar uma cadeia de comando e controlo (C2) entre níveis estratégico, operacional e tático;
  • Compreender os processos de decisão Político/ Estratégico-Militar, com interação dos media.

O planeamento e condução do COALITION é da responsabilidade do BEO/EDG. O IUM participa regularmente desde 2012, com docentes militares no enquanto observadores e jogadores. Tem como idioma de trabalho o inglês.

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