• IUM reflete sobre os desafios de Portugal com os Ministros das Finanças, Defesa e Administração Interna

    Os Auditores do Curso de Promoção a Oficial General (CPOG) do Instituto Universitário Militar (IUM) participaram, em dias consecutivos, num ciclo de conferências com os Ministros das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, da Defesa Nacional, Nuno Melo, e da Administração Interna, Luís Neves, num exercício de reflexão que permitiu cruzar diferentes dimensões da decisão nacional e compreender como se articulam perante os desafios que Portugal enfrenta.

    A sustentabilidade e gestão dos recursos públicos, o investimento e desenvolvimento das capacidades de Defesa Nacional e a segurança e resiliência das populações constituíram os principais eixos das intervenções, proporcionando aos futuros Oficiais Generais uma visão integrada sobre diferentes áreas que condicionam a capacidade de decisão e de ação do Estado.

    A intervenção do Ministro das Finanças permitiu refletir sobre as condições económicas e financeiras que enquadram as escolhas nacionais, a gestão dos recursos públicos e os mecanismos necessários à concretização das políticas do Estado. O Ministro da Defesa Nacional abordou o atual ciclo de investimento nas Forças Armadas, a valorização da condição militar e o reequipamento e modernização das capacidades, destacando igualmente o retorno deste investimento para a economia nacional, o contributo de Portugal para o reforço do pilar europeu de Defesa da NATO e a importância da liderança perante um ambiente geopolítico cada vez mais exigente.

    Por sua vez, o Ministro da Administração Interna centrou a sua intervenção na crescente convergência entre Defesa Nacional e Segurança Interna perante ameaças híbridas, assimétricas e transversais, defendendo a importância de uma articulação operacional e uma cooperação cada vez mais estreita entre instituições. A proteção das populações, a resposta a emergências e o aproveitamento de tecnologias e capacidades de duplo uso foram igualmente apresentados como dimensões de uma mesma lógica de resiliência nacional.

    Mais do que conhecer as diferentes áreas de governação, o ciclo de conferências não prepara apenas os Oficiais para conhecerem a dimensão militar da Defesa. Prepara para pensar e decidir num sistema muito mais amplo, onde as decisões de Defesa e Segurança estão ligadas às finanças públicas, à segurança interna, à economia, à tecnologia, à resiliência e às prioridades políticas do País.

  • IUM reflete sobre os desafios de Portugal com os Ministros das Finanças, Defesa e Administração Interna

    Os Auditores do Curso de Promoção a Oficial General (CPOG) do Instituto Universitário Militar (IUM) participaram, em dias consecutivos, num ciclo de conferências com os Ministros das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, da Defesa Nacional, Nuno Melo, e da Administração Interna, Luís Neves, num exercício de reflexão que permitiu cruzar diferentes dimensões da decisão nacional e compreender como se articulam perante os desafios que Portugal enfrenta.

    A sustentabilidade e gestão dos recursos públicos, o investimento e desenvolvimento das capacidades de Defesa Nacional e a segurança e resiliência das populações constituíram os principais eixos das intervenções, proporcionando aos futuros Oficiais Generais uma visão integrada sobre diferentes áreas que condicionam a capacidade de decisão e de ação do Estado.

    A intervenção do Ministro das Finanças permitiu refletir sobre as condições económicas e financeiras que enquadram as escolhas nacionais, a gestão dos recursos públicos e os mecanismos necessários à concretização das políticas do Estado. O Ministro da Defesa Nacional abordou o atual ciclo de investimento nas Forças Armadas, a valorização da condição militar e o reequipamento e modernização das capacidades, destacando igualmente o retorno deste investimento para a economia nacional, o contributo de Portugal para o reforço do pilar europeu de Defesa da NATO e a importância da liderança perante um ambiente geopolítico cada vez mais exigente.

    Por sua vez, o Ministro da Administração Interna centrou a sua intervenção na crescente convergência entre Defesa Nacional e Segurança Interna perante ameaças híbridas, assimétricas e transversais, defendendo a importância de uma articulação operacional e uma cooperação cada vez mais estreita entre instituições. A proteção das populações, a resposta a emergências e o aproveitamento de tecnologias e capacidades de duplo uso foram igualmente apresentados como dimensões de uma mesma lógica de resiliência nacional.

    Mais do que conhecer as diferentes áreas de governação, o ciclo de conferências não prepara apenas os Oficiais para conhecerem a dimensão militar da Defesa. Prepara para pensar e decidir num sistema muito mais amplo, onde as decisões de Defesa e Segurança estão ligadas às finanças públicas, à segurança interna, à economia, à tecnologia, à resiliência e às prioridades políticas do País.