Outras Publicações

Salazar, Caetano e o Reduto Branco

Salazar, Caetano e o Reduto Branco: A Manobra Político-Diplomática de Portugal na África Austral (1951-1974). Autor: Luís Barroso. 2012

Recorrendo a documentos recentemente desclassificados este livro é um contributo para a compreensão daquilo que foi essencialmente o esforço de Portugal em África. A resistência à descolonização protagonizada pelo Estado Novo manifestou-se em várias frentes. A crise nas relações luso-americanas e a ambivalência do comportamento britânico levaram a diplomacia portuguesa, no início da década de 1960, a procurar diversificar os seus apoios internacionais. Sabemos hoje, que essa diversificação passou pelo aproveitamento dos laços de cooperação e de cumplicidade com os aliados europeus, como a Alemanha Federal e a França. No entanto, houve uma outra dimensão da atividade diplomática e das relações internacionais do Estado Novo que tem merecido menos atenção da historiografia portuguesa e internacional: as relações político-diplomáticas de Portugal com os países da África Austral, nomeadamente com a África do Sul, a Rodésia, o Malawi e a Zâmbia. É justamente essa lacuna que este livro pretende preencher.

Guerra Aérea Remota

Guerra Aérea Remota: A Revolução do Poder Aéreo e as oportunidades para Portugal. Autor: João Nunes Vicente. 2013

Este livro é uma análise crítica das ideias subjacentes ao emprego de sistemas aéreos não tripulados (UAS), a fim de desenvolver um conhecimento mais abrangente sobre os seus efeitos, permitindo uma adaptação mais eficaz ao futuro da Guerra. A tendência da crescente preeminência dos UAS revela-se imprescindível, inevitável e irreversível, ameaçando transfigurar a natureza da própria Guerra. Este estudo tem como objetivo registar o momento crítico de mudança e compreender a natureza das tendências futuras, investigando as implicações políticas, legais, morais e sociais na natureza e no caráter da Guerra. Antevê-se por isso, efeitos ao nível operacional, efeitos genéticos e efeitos políticos. Considerando as implicações da Guerra Aérea Remota é possível perspetivar oportunidades e desafios, que podem confrontar uma pequena potência como Portugal. A discussão dos requisitos estratégicos e operacionais de Portugal, bem como os seus diferenciadores estratégicos, contribuirá para a definição de um modelo de capacidade UAS nacional.

A Posição de Angola na Arquitetura de Paz e Segurança Africana

A Posição de Angola na Arquitetura de Paz e Segurança Africana: Análise da Função Estratégica das Forças Armadas Angolanas. Autor: Luís Bernardino. 2013

No atual contexto geopolítico africano, a República de Angola tem vindo a desenvolver, após o atribulado processo de construção da paz, um paradigma de desenvolvimento interno e de afirmação regional e continental, em que as Forças Armadas Angolanas, para além de terem assegurado a transição da guerra para a paz, se constituem no instrumento central da Política Externa de Angola. 

Passados mais de trinta anos dos Acordos de Bicesse e dez anos dos Acordos de Luena, as Forças Armadas de Angola representam a charneira que manteve a coesão interna e que vêm atuando crescentemente como elemento ativo da Política Externa de Angola na região, nomeadamente no seio da Arquitetura de Paz e Segurança Africana, constituindo-se num modelo de desenvolvimento pela afirmação da paz e da segurança, instrumento central do apoio ao desenvolvimento sustentado e vetor de afirmação de Angola no contexto regional e em África para o século XXI.

Da Estratégia

Da Estratégia. Autor: António Barrento. 2010

Este livro é uma apresentação escrita das Lições da Teoria Geral da Estratégia, que o autor ministrou no Instituto de Ciências Sociais e Políticas, no mestrado em Estratégia.

O livro percorre o que de mais importante existe na Teoria Geral da Estratégia, tendo o autor recorrido à História para exemplificar e fundamentar, para iluminar, os assuntos tratados. Depois de traçar o quadro em que a Estratégia se desenvolve, faz uma análise dos fundamentos, dos conceitos, dos intervenientes e das formas relativas à Estratégia.

Por fim, aflora as ameaças e tendências que modernamente se manifestam e lança um olhar sobre Portugal. Numa época em que o uso imoderado da palavra estratégia tem vindo a corromper o seu verdadeiro significado, julga-se importante chamar a atenção para aquilo que ela é, porque isso nos pode ajudar também a compreender melhor o que efectivamente mudou, ou está em evolução.

António Eduardo Queiroz Martins Barrento nasceu em Estremoz em 1938. É General do Exército na situação de reforma. Licenciado em Ciências Militares, tem o Curso de Estado Maior (1970/73), o Curso Superior de Guerra (Paris, 1978/80) e o Curso Superior de Comando e Direcção. Foi professor do Instituto de Altos Estudos Militares durante 10 anos, leccionando várias matérias, nomeadamente de História Militar; foi professor catedrático convidado do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa. Serviu no Ultramar, em Moçambique, Angola e Timor. Como oficial general desempenhou funções na NATO, em Mons, na Bélgica, e foi General Chefe do Estado-Maior do Exército de Março de 1998 a Março dè 2001. É membro do Conselho Consultivo da Comissão Portuguesa de História Militar e sócio da Revista Militar e da Sociedade de Geografia. Tem proferido conferências em vários "fóruns", em Portugal e no estrangeiro, e é autor de mais de meia centena de artigos publicados em diversas revistas. Escreveu Afonso Henriques, A Guerra e os Objectivos Nacionais, EME/ISHM, 1983; Reflexões sobre Temas Militares (Livros I e II), Lisboa, IAEM, 1991 e 2000 e Guerra Fantástica, 1762,Tribuna da História, 2006.

A Restauração Portuguesa de 1640

A Restauração Portuguesa de 1640: Diplomacia e Guerra na Europa do Século XVII. Autor: Abílio Pires Lousada. 2011

A 1 de Dezembro de 1640 teve lugar um golpe de estado, levado a cabo por um grupo de fidalgos portugueses, com o objectivo de pôr fim ao domínio de Castela sobre Portugal. No entanto, a acção do dia 1 de Dezembro, apenas daria início a um desgastante conflito que oporia os modestos recursos portugueses à Monarquia Hispânica.

Este conflito conhecido por Guerra da Restauração de 1640, decorreu ao longo de quase três décadas e exigiu um excepcional esforço, diplomático e militar, para o reconhecimento da Dinastia de Bragança, a defesa do espaço fronteiriço metropolitano, em simultâneo com a recuperação e salvaguarda das possessões ultramarinas perdidas durante a União Ibérica.

O livro que agora se dá à estampa, constitui um instrumento fundamental e inovador para a compreensão do grande tabuleiro de xadrez do século XVII europeu, e de um período decisivo e incontornável da História de Portugal.

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