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Ficha Técnica

Presidente:

Tenente-general Manuel Fernando Rafael Martins

 
Editores:  
Editor-chefe: 

Major-general Jorge Filipe Marques Moniz Côrte-Real Andrade (Doutor)

Coordenador Editorial:

Coronel Tirocinado Lúcio Agostinho Barreiros dos Santos (Mestre)

Chefe do Núcleo Editorial:

Major Psicóloga Cristina Paula de Almeida Fachada (Doutora)

Participação:

Coronel Jurista Nuno Manuel Antunes Pires

Tradução:

Mestre Ana Filipa Carvalho Araújo

Secretariado:

Tenente RC Pedro Miguel Januário Botelho

Capa - Composição gráfica:

Tenente-coronel Técnico de Informática Rui José da Silva Grilo

   
Propriedade: Instituto Universitário Militar
  Rua de Pedrouços, 1449-027 Lisboa
  Tel.: (+351) 213 002 100  ;  Fax: (+351) 213 002 162
  E-mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.        
   
ISSN:  2183-0835
Depósito Legal: 376792/14
ISSN: 2183-0711 (Versão Digital)
Depósito Legal: 376792/14
Tiragem: 300 exemplares

Ficha Técnica

 

Presidente: Tenente-general Manuel Fernando Rafael Martins

 

 
Editores:  

Editor-chefe:

Major-general Jorge Filipe Marques Moniz Côrte-Real Andrade (Doutor)

Coordenador Editorial:

Coronel Tirocinado Lúcio Agostinho Barreiros dos Santos (Mestre)

Chefe do Núcleo Editorial:

Major Psicóloga Cristina Paula de Almeida Fachada (Doutora)

Capa - Composição gráfica:

Tenente-coronel Técnico de Informática Rui José da Silva Grilo

Secretariado:

Tenente RC Pedro Miguel Januário Botelho

   
Propriedade: Instituto Universitário Militar
  Rua de Pedrouços, 1449-027 Lisboa
  Tel.: (+351) 213 002 100  ;  Fax: (+351) 213 002 162
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ISBN:  
Depósito Legal:  
Tiragem: 250 exemplares

Salazar, Caetano e o Reduto Branco

Salazar, Caetano e o Reduto Branco: A Manobra Político-Diplomática de Portugal na África Austral (1951-1974). Autor: Luís Barroso. 2012

Recorrendo a documentos recentemente desclassificados este livro é um contributo para a compreensão daquilo que foi essencialmente o esforço de Portugal em África. A resistência à descolonização protagonizada pelo Estado Novo manifestou-se em várias frentes. A crise nas relações luso-americanas e a ambivalência do comportamento britânico levaram a diplomacia portuguesa, no início da década de 1960, a procurar diversificar os seus apoios internacionais. Sabemos hoje, que essa diversificação passou pelo aproveitamento dos laços de cooperação e de cumplicidade com os aliados europeus, como a Alemanha Federal e a França. No entanto, houve uma outra dimensão da atividade diplomática e das relações internacionais do Estado Novo que tem merecido menos atenção da historiografia portuguesa e internacional: as relações político-diplomáticas de Portugal com os países da África Austral, nomeadamente com a África do Sul, a Rodésia, o Malawi e a Zâmbia. É justamente essa lacuna que este livro pretende preencher.

Guerra Aérea Remota

Guerra Aérea Remota: A Revolução do Poder Aéreo e as oportunidades para Portugal. Autor: João Nunes Vicente. 2013

Este livro é uma análise crítica das ideias subjacentes ao emprego de sistemas aéreos não tripulados (UAS), a fim de desenvolver um conhecimento mais abrangente sobre os seus efeitos, permitindo uma adaptação mais eficaz ao futuro da Guerra. A tendência da crescente preeminência dos UAS revela-se imprescindível, inevitável e irreversível, ameaçando transfigurar a natureza da própria Guerra. Este estudo tem como objetivo registar o momento crítico de mudança e compreender a natureza das tendências futuras, investigando as implicações políticas, legais, morais e sociais na natureza e no caráter da Guerra. Antevê-se por isso, efeitos ao nível operacional, efeitos genéticos e efeitos políticos. Considerando as implicações da Guerra Aérea Remota é possível perspetivar oportunidades e desafios, que podem confrontar uma pequena potência como Portugal. A discussão dos requisitos estratégicos e operacionais de Portugal, bem como os seus diferenciadores estratégicos, contribuirá para a definição de um modelo de capacidade UAS nacional.

A Posição de Angola na Arquitetura de Paz e Segurança Africana

A Posição de Angola na Arquitetura de Paz e Segurança Africana: Análise da Função Estratégica das Forças Armadas Angolanas. Autor: Luís Bernardino. 2013

No atual contexto geopolítico africano, a República de Angola tem vindo a desenvolver, após o atribulado processo de construção da paz, um paradigma de desenvolvimento interno e de afirmação regional e continental, em que as Forças Armadas Angolanas, para além de terem assegurado a transição da guerra para a paz, se constituem no instrumento central da Política Externa de Angola. 

Passados mais de trinta anos dos Acordos de Bicesse e dez anos dos Acordos de Luena, as Forças Armadas de Angola representam a charneira que manteve a coesão interna e que vêm atuando crescentemente como elemento ativo da Política Externa de Angola na região, nomeadamente no seio da Arquitetura de Paz e Segurança Africana, constituindo-se num modelo de desenvolvimento pela afirmação da paz e da segurança, instrumento central do apoio ao desenvolvimento sustentado e vetor de afirmação de Angola no contexto regional e em África para o século XXI.

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